Foto: F1
A coletiva de imprensa da FIA, em Melbourne na sexta-feira, foi quente. Maurizio Arrivabene, chefe da Ferrari, e Christian Horner, chefe da Red Bull, estavam em desacordo sobre o suposto acordo de cavalheiros, que as equipes tinham em relação ao recrutamento de pessoal da F1.
No início deste mês, o chefe de segurança da FIA e vice-diretor de corrida, Laurent Mekies, deixou seu posto para se juntar à Ferrari, iniciando uma “revolta” entre as equipes. A McLaren foi a primeira a expressar indignação. Os times argumentaram, que é comprometedor alguém mudar da administração da F1 para uma equipe tão rapidamente.
Maurizio Arrivabene, defendeu as ações da Scuderia e sugeriu que não havia nenhum acordo em vigor, durante a coletiva:
“Ouvi comentários relacionados a um suposto ou chamado ‘acordo de cavalheiros’ e acho que eles são comentários porque um ‘acordo de cavalheiros sob a lei trabalhista é ilegal. Eu pensei que eles eram comentários, apenas comentários e não mais do que isso”, disse Arrivabene.
Horner, chefe da Red Bull, rejeitou essa afirmação: “Para mim é um grande negócio, porque o elemento decepcionante disso é que temos uma coisa chamada Grupo de Estratégia, onde a FIA e a FOM, e todos os diretores participaram e discutimos a questão”, falou o chefe de equipe.
Toto Wolff, chefe da Mercedes, esteve presente na mesa de discussão, entre Horner e Arrivabene, durante o “fogo cruzado”. Wolff também entrou na discussão: “Não é grande coisa. Primeiro de tudo, eu não vi nenhum cavalheiro na sala quando discutimos”, brincou Toto Wolff.
Discussões “acaloradas” entre chefes de equipe não são incomuns, segundo informa a F1. Mas raramente acontecem em público.
Maurizio Arrivabene na esquerda e Christian Horner à direita, e no meio da “confusão” Toto Wolff.
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