Como diria Mario Lago, Amélia é que era mulher de verdade. Não estou ficando louco, e falando de outro assunto, mas as férias da F1 deixam saudades.
Antigamente, tínhamos uma categoria americana muito forte, a famosa Fórmula Indy. E são dessas corridas na América que eu sinto saudades.
Era muito legal ver Emerson Fittipaldi e os famosos pilotos americanos correndo em diversos circuitos, com corridas extremamente equilibradas, repletas de ultrapassagens e batidas.
Essa febre da Fórmula Indy durou até o final da década de 90, quando a categoria dividiu-se em duas, a IRL e ChampCar. A ChampCar continuou interessante, com bons pilotos e 3 títulos para o Brasil.
O grande diferencial, ao meu ver, era a simplicidade das corridas. Cambio na alavanca, boxes mais acessíveis, e uma cobertura televisiva sensacional eram os principais atrativos para as tardes de domingo.
Em algumas dessas tardes, vi uma das ultrapassagens mais bonitas e agressivas, de um piloto que virei muito fã: Alessandro Zanardi.
Outras tardes depois, aprendi com Gil de Ferran que para ganhar uma corrida, é necessário ter uma boa estratégia e não cometer erros.
Hoje, a Champ Car não tem a mesma atenção, nem os mesmos pilotos. As corridas não são transmitidas em canal aberto para o Brasil, e nosso único representante, Bruno Junqueira, não tem um carro competitivo.
Mas tudo bem!