Extreme E anuncia mudança e traz cinco carros para final do xPrix do Ártico

A Extreme E vai apresentar uma novidade para a etapa da Groelândia. Para o xPrix do Ártico, que acontece na próxima semana, a categoria totalmente elétrica vai realizar a corrida final com cinco carros, e não os tradicionais quatro.

Na primeira etapa do calendário, na Arábia Saudita, por conta do terreno arenoso e de muita poeira, apenas três duplas avançaram para a rodada final. Depois, no Senegal, foram as previamente originais quatro equipes.

Portanto, a terceira mudança acontece na terceira disputa da temporada 2021. As alterações já começam na classificação, realizada em duas sessões – uma na parte da manhã e a outra, à tarde. Cada equipe vai dar duas voltas cada e os tempos anotados serão dados pontos – o primeiro soma nove, o segundo, oito, e assim sucessivamente. Na parte da tarde é o mesmo esquema.

St Helena Extreme E Groelândia
O navio da Extreme E chegou à Groelândia (Foto: Extreme E)

Com a pontuação distribuída os primeiro, quinto e sexto colocados avançam para a semi-final 1, enquanto segundo, terceiro e quarto vão para a final 2. Os times que ficarem em sétimo, oitavo e nono terão de passar pela corrida maluca.

Então, disputadas cada uma das rodas, as duas melhores duplas da semi 1, as duas mais bem colocadas da semi 2 e a melhor dupla da corrida maluca vão para a prova final, que tem largada agendada para o domingo.

Alejandro Agag, fundador da categoria, recebeu com animação a novidade. “Como categoria, estamos sempre prontos para evoluir em ordem de criar o melhor resultado possível, e acreditamos que essas mudanças para o formato esportivo trarão ótima competição e corridas ainda mais animadoras para nossos fãs”, disse.

“Mal posso esperar para testemunhar alguns dos maiores nomes do automobilismo disputarem na primeira corrida da história na Groelândia e ver quem vai vencer. O traçado parece incrível e tenho certeza de que vai oferecer ótimas brigas, mas é importante estar ciente de que vamos correr onde tinha uma geleira, mas que diminuiu por conta da crise climática”, concluiu.